Um Tsunami Tímido

Estou aprendendo o amor como forma de desapego, de liberdade em sua parte mais significante. Tentando amar sem grades, sem exageros, com expectativas mínimas. Não é um amor comedido. É um amor potente, cheio da intensidade que, de tão minha, se confunde comigo. Mas esse é um amor de pés no chão, real e possível. Não basta amar, é preciso amar com consciência, de forma incondicional. Uma aceitação total incondicional mas não vulgar, não banal. Lúcida. Uma aceitação que me respeita, que não me fere. Se qualquer um pode amar assim? Eu não sei. Mas qualquer um pode tentar desde que perceba um olhar perdido, uma confusão íntima. A confusão é uma espécie de chamado. Atender é colocar-se a ouvidos.

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