Processos

Correr riscos. Apaixonar-se, por uma profissão, uma causa, pelo outro, é algo (como pode?) tão bizarro e tão necessário! É um estímulo poderoso em direção a um estágio aterrorizantemente fabuloso, quando os sentidos, todos, tato, olfato, audição, paladar, visão (e aquele outro, intuição), amplamente abertos, intensificam o processo de ter sensações e nos expõe a algo novo.

Faz algum sentido? Da minha parte, sempre desejei ser um homem que pensa. Permite que continuemos evoluindo nesse processo dramático, sombrio e físico de ser humano. Izzie dizia que a vida era curta, e, na maior parte do tempo, era péssima. Acho que isso pode ser relativo. Olho para trás, penso, e sei que os momentos ruins foram muitos e significativos.

E existe a sensação de gostar da vida. Desbravá-la. Será que o projeto da vida não é colaborativo?

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