(De)compondo-se

cada vez mais profundamente

lá vai o jovem artista a expor-se todo

a importante etapa de compartilhar, diria Amanda Palmer

ri e espera pelo inesperado

indivisivelmente visível

cobaia de si mesmo

enquanto por dentro decompõe

 

lê e não entende

intentos herméticos ou jorro sincero e tão intrínseco?

somos o mesmo, eu sempre digo, nós todos

putas, santas, comuns e confusas

eu disse comuns?

como saber de fato o que sabemos?           (e agir?)

tanto pensamento

origem da culpa                                      (e da ação)

romanceio e vida por extrapolar a liberdade e tomar a goles fartos essa coisa que não tem nome.

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