AS NUVENS PÚRPURAS

Doente e insatisfeito com sua realidade profissional, jovem reflete sobre arte e trabalho como condições inerentes ao homem, costurando angústias e conflitos do desabrochar emocional e artístico por meio da escrita e do discurso sobre temas como vocação, amor, sexo e morte.

***

“Não inventei a roda. Não há nada de definitivamente original em As Nuvens Púrpuras, exceto aquilo que é intrínseco a mim. Ainda assim me orgulha. É uma história sobre o ato de escrever, sobre a dificuldade, técnica, inclusive, de escrever, sobre a necessidade e a liberdade de escrever, sobre sonhos e sobre a dor da impermanência da vida quando se é jovem demais para lidar com isso. Escrevê-la me fez pensar sobre os caminhos (diversos) da narrativa, sobretudo num ponto em que parecemos propensos a uma mudança na maneira como se consome literatura e nos incríveis exercícios que se pode fazer com a palavra”.

Leia mais em Sobre literatura na internet e possibilidades narrativas

***

“Aproveitei a latente necessidade de experimentação para estrear na direção, lapidando a performance de um amigo numa esquete de humor, e adaptei As Nuvens Púrpuras, texto escrito entre 2012/13, para o teatro, com intenção de levá-lo aos palcos em algum momento de 2016”.

Leia mais em Sobre A Arte de Pedir, palavras que mudam pessoas e o que aprendi estando fodido financeiramente

***

Leia As Nuvens Púrpuras na íntegra